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Por detrás da marca

Ao longo da minha, ainda curta, vida sempre fui um pouco obcecado com tudo o que são aromas. Lembro-me do meu tempo de faculdade em Coimbra, em que a caminho de casa passava por um longo passeio com umas flores lindíssimas, que libertavam um cheiro primaveril que me faziam voltar aos meu tempos de infância no Porto. Acho que a nossa memória olfativa é fascinante, e consegue transportar-nos a tempos remotos que não nos lembrávamos, e como tal, “velas” faziam sempre parte da minha lista de compras. 

No entanto, a minha curiosidade nata levou-me a pesquisar um pouco mais sobre o assunto, e a verdade... não foi bonita. Tive alguma dificuldade a encontrar um produto mais sustentável de todos os pontos de vista, e acessível. Então, como tantos, em plena pandemia, com tanto tempo livre nas mãos, e confinado em casa como tantos outros, fez-se aquele clique. Nasceu a Nidore.

Chegar onde estamos agora não foi fácil. Muitos testes, muitas ideias, e muitas escolhas (algumas delas erradas), porém, o importante é que consegui criar algo que traz um sentimento acolhedor a minha casa, e espero que à sua também. Se este for o caso, bem vindo à família!

Foram horas passadas em frente ao computador desde estudar receitas, combinações de pavios, percentagens de essências, a escolher tudo até ao mais ínfimo detalhe, tornando a minha ideia num produto físico do qual me sinto orgulhoso. 

Ao desenhar e desenvolver as nossas velas, tivemos em mente pessoas que procuram sempre algo melhor. Do ponto de vista ambiental, e da experiência que uma vela traz. As cores, algumas neutras, algumas mais garridas, foram escolhidas para que as nossas velas fiquem bem em qualquer ponto da sua casa.

Tudo o que vêem, desde fazer as velas, marketing, publicações, responder a e-mails, é feito por mim. Manter este pequeno negócio sustentável está no centro das atenções, porque não somos... sustentáveis*, somos sustentáveis. Todas as velas são feitas em pequenos lotes, minimizando o nosso desperdício e produção de lixo/gasto de água. 

Não somos perfeitos, mas estamos sempre à procura de melhorar, e com o tempo, chegaremos lá!

Obrigado,

Mário

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